O que Parecis compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Parecis compraram US$ 8.530 de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 23 cidades de Rondônia que importaram, Parecis ficou em 19º lugar. No Brasil, em 2.356º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Fornos elétricos industriais ou de laboratório…0,2 toneladasUS$ 6.50576%
- 2Máquinas e aparelhos, mecânicos, com função própria…0,1 toneladasUS$ 1.87022%
- 3Máquinas-ferramentas para forjar ou estampar, martelos…0 toneladasUS$ 1551,8%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 8.530100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Parecis
Quanto Parecis importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Parecis (RO) compraram US$ 8.530 de outros países: 3 produtos, de 1 país.
O que Parecis mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Fornos elétricos industriais ou de laboratório… (76%), Máquinas e aparelhos, mecânicos, com função própria… (22%), Máquinas-ferramentas para forjar ou estampar, martelos… (1,8%).
De quais países Parecis mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.